Construção
Você paga a entrada parcelada para a construtora, os juros de obra crescentes para a Caixa e os seguros MIP e DFI.
Comprar um apartamento na planta pelo crédito associativo da Caixa, dentro do Minha Casa Minha Vida, é uma das formas mais seguras de construir patrimônio. Um grupo de compradores se une, o banco financia a construção direto com a construtora e cada contrato é assinado no começo da obra. Aqui está o que muda para o seu bolso, o que são os juros de obra e por que os seguros protegem a sua família antes mesmo de o prédio ficar pronto.
Você aprova e assina o contrato com a Caixa logo no começo da obra. Isso elimina o risco mais comum de quem compra na planta pelo caminho tradicional: chegar na entrega das chaves, dois ou três anos depois, e ter o crédito negado porque a renda, a idade ou o nome mudaram.
O valor que você financia com o banco fica travado. Ele não sofre a correção mensal pela inflação da construção civil (INCC ou CUB) enquanto o prédio sobe. O que você assinou é o que você deve.
O crédito associativo dá acesso às taxas do Minha Casa Minha Vida, as menores do mercado de habitação, e ao subsídio do governo federal conforme a faixa de renda da família. Quem tem 3 anos de FGTS, somando todos os empregos, paga juros ainda menores, mesmo sem saldo na conta.
Como a Caixa já garante os recursos da obra, a construtora pode parcelar a sua entrada ao longo do período de construção, em muitos casos em até 90 vezes. O FGTS pode compor a entrada.
A Caixa só libera o dinheiro para a construtora conforme o cronograma físico da obra avança, com medição de engenheiro. E o contrato inclui o seguro de término de obra, explicado abaixo.
Em uma frase: no crédito associativo você compra na planta com o preço de lançamento, mas com a segurança de quem já tem o financiamento aprovado, o saldo travado e a obra vigiada pelo banco.
Os juros de obra, ou taxa de evolução de obra, são uma cobrança da Caixa sobre os valores que ela já repassou para a construtora erguer o empreendimento.
Você sabia? Pagar juros de obra é sinal de que o seu financiamento já está aprovado e de que o banco já está pagando a obra. É o custo da garantia. Quem compra na planta sem crédito associativo não paga juros de obra, mas também não tem o contrato assinado, o saldo travado nem o seguro de término.
Quando construímos patrimônio, pensamos no futuro de quem amamos. No crédito associativo a proteção começa no minuto em que o contrato é assinado, muito antes de o prédio ficar pronto. O financiamento inclui obrigatoriamente um pacote de seguros:
Garante o teto da família. Se acontecer algo com você, ou com quem compõe a renda, durante a obra ou depois da entrega, o seguro quita a parte proporcional dessa pessoa na dívida. Se você for o único comprador, o imóvel é quitado por inteiro e fica para os seus herdeiros sem nenhuma dívida.
Protege a estrutura do imóvel contra incêndio, explosão, alagamento e desmoronamento estrutural grave, preservando o valor do seu patrimônio.
Exclusividade do crédito associativo. Se a construtora falir ou abandonar o projeto no meio do caminho, a seguradora contratada pela Caixa assume e contrata outra empresa para terminar o prédio. O seu dinheiro e o apartamento da sua família não viram poeira.
Você paga a entrada parcelada para a construtora, os juros de obra crescentes para a Caixa e os seguros MIP e DFI.
A obra termina, o imóvel é registrado e os juros de obra acabam.
Você passa a pagar a parcela do financiamento, que diminui a dívida na Caixa, com os seguros ativos até a quitação.
Comprar por crédito associativo é ter a certeza de que o suor do seu trabalho vai virar patrimônio seguro e protegido para as próximas gerações, aconteça o que acontecer.
Estes são lançamentos de construtora com enquadramento no Minha Casa Minha Vida e compra pelo crédito associativo, sujeitos a análise de crédito e às faixas vigentes:
Quer saber qual deles cabe na sua renda? Use o simulador, que mostra na hora quanto a Caixa financia, a taxa e a entrada, ou me chame no WhatsApp.
É a modalidade do Minha Casa Minha Vida para comprar imóvel na planta em que a Caixa financia a construção direto com a construtora e o comprador assina o contrato de financiamento no início da obra, não na entrega das chaves.
São a cobrança da Caixa sobre os valores já liberados para a construtora. Começam baixos, crescem conforme a obra avança, não abatem a dívida e acabam na emissão do habite-se, quando começam as parcelas normais do financiamento.
Não. No crédito associativo o valor financiado com o banco fica travado desde a assinatura e não sofre a correção mensal pelo INCC durante a obra.
MIP (morte e invalidez permanente), que quita a parte do comprador na dívida; DFI (danos físicos ao imóvel); e o seguro de término de obra, que garante a conclusão do prédio se a construtora parar.
Sim. O FGTS pode compor a entrada e, depois da entrega, ser usado a cada 2 anos para abater o saldo devedor, dentro das regras do programa.
Famílias com renda bruta de até R$ 13 mil por mês, somando até 3 pessoas, que não tenham outro imóvel residencial na cidade onde moram. A renda pode ser formal, informal ou de autônomo, com comprovação. Sujeito a análise de crédito e enquadramento nas faixas vigentes.
No financiamento na entrega você paga a construtora durante a obra, com o saldo corrigido pelo INCC, e só procura o banco quando o prédio fica pronto, correndo o risco de o crédito não sair. No associativo o banco entra no início, o saldo fica travado e o contrato já está assinado.


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